Caro Leitor!
O índice B3 no curto prazo está em tendência de alta, acima das medias de 8 e 20 períodos, isso significa que a maiorias das ações listadas na bolsa tem víeis de alta na próxima semana, tendo como preço alvo a região dos 82997.03 pontos e o suporte na região de 79805.96 pontos.
Conforme o nosso indicador de probabilidades, na próxima semana o índice tem 80% de chance de terminar a semana em alta. Já na segunda-feira, as chances de terminar o dia em alta, são de 40%.
Nesse contexto, acreditamos que a bolsa tem a possibilidade de terminar a semana em alta, seremos moderados na recomendação semanal, escolhendo parte dos ativos que não são sensíveis ao índice, com objetivo de maior retorno no curto prazo.
De acordo com as análises dos preços históricos, o sistema identificou 29 ações com probabilidades de alta na próxima semana. Com o objetivo de bater o índice B3, recomendamos as 7 melhores ações com potencial de valorização.
ATIVO EM DESTAQUE
Destaque para (PETR4). A Petrobras informou que a produção média de petróleo da companhia no Brasil atingiu, pelo quarto ano consecutivo, um recorde histórico: alcançou, em 2017, a marca de 2,15 milhões de barris por dia (bpd), 0,4% acima do resultado do ano anterior. Pelo terceiro ano seguido, a companhia cumpre com sua meta de produção, confirmando a previsibilidade de suas projeções.
A produção própria de gás natural da Petrobras atingiu, em 2017, volume inédito de 79,6 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). Com isso, a produção total no país chegou a 2,65 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), volume 0,9% superior a 2016. Essa marca também constitui um novo recorde para a Petrobras.
A média anual da produção operada (que abrange a parcela da Petrobras e seus parceiros) na camada pré-sal, em 2017, também foi a maior da história da companhia, com a marca de 1,29 milhão de bpd. Esse volume superou a produção de 2016 em 26%. Além disso, a Petrobras e seus parceiros atingiram recorde mensal (1,36 milhão de bpd, no mês de dezembro) e diário (1,48 milhão de bpd, no último dia 04/12) naquela camada.
Contribuiu para esse resultado o crescimento da produção no campo de Lula - devido à interligação de novos poços aos FPSOs Cidade de Saquarema, Cidade de Maricá e Cidade de Itaguaí, além do início da operação da plataforma P-66 – e do campo de Lapa – com a interligação de novos poços ao FPSO Cidade de Caraguatatuba – ambos localizados no pré-sal da Bacia de Santos. Outro fator importante foi o início de produção do FPSO Pioneiro de Libra, que opera no campo de Mero, também no pré-sal da Bacia de Santos. O índice de aproveitamento de gás da Petrobras no Brasil também alcançou recorde em 2017, chegando ao patamar de 96,5%. Esse resultado é consequência dos avanços obtidos, nos últimos anos, pelo Programa de Otimização do Aproveitamento de Gás.
Produção de óleo e gás no exterior em 2017
No exterior, a produção média de petróleo, em 2017, foi de 64 mil bpd, 20% abaixo do volume produzido no ano anterior. A produção média de gás natural ficou em 8,3 milhões m³/d, 39% abaixo da produção de 2016. A redução decorre, principalmente, dos desinvestimentos realizados, como a venda da Petrobras Argentina. Considerando o Brasil e o exterior, a produção média somente de petróleo, em 2017, foi de 2,22 milhões bpd e a produção média anual de petróleo e gás foi de 2,77 milhões boed.
Produção de óleo e gás em dezembro
No mês de dezembro de 2017, a produção total de petróleo e gás natural, foi de 2,72 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,62 milhões boed produzidos no Brasil e 100 mil boed no exterior. A produção média de petróleo no país foi de 2,13 milhões de barris por dia (bpd), em linha com o volume produzido em novembro. A produção de gás natural, excluído o volume liquefeito, foi de 77,9 milhões m³/dia. Já a produção de petróleo e gás natural operada na camada pré-sal foi de 1,68 milhão de boed, 2% acima do mês anterior. No exterior, a produção média de petróleo, em dezembro, foi de 60 mil bpd e a produção média de gás natural foi de 6,7 milhões m³/d.
ANALISE FUNDAMENTALISTA
Como resultado do 4º trimestre ainda não foi divulgado, vamos considerar os principais destaques do 3º trimestre:
Lucro líquido de R$ 5.031 milhões nos 9M-2017, ante um prejuízo de R$ 17.334 milhões no 9M-2016, determinado por:
Maiores exportações líquidas de petróleo e derivados, a preços mais elevados;
Menores margens e volume de vendas de derivados no Brasil;
Menores gastos com pessoal e com baixas de poços secos e/ou subcomerciais;
Ganho com a venda da NTS no 2T-2017;
Redução do impairment dos ativos; e
Maiores gastos com adesão a programas de regularização de débitos federais.
O lucro líquido do 3T-2017 atingiu R$ 266 milhões, no mesmo patamar do 2T-2017.
O EBITDA Ajustado* nos 9M-2017 ficou estável em R$ 63.571 milhões, evidenciando que a redução nas despesas operacionais e o aumento das exportações compensaram a queda das margens de derivados. A Margem EBITDA Ajustado* foi de 31%.
Nos 9M-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 37.456 milhões, 26% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. Esse resultado reflete a estabilidade da geração operacional e a redução de investimentos. O Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo décimo trimestre consecutivo.
Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 7%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 359.412 milhões, e do endividamento líquido* em 11%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 279.237 milhões.
Em dólares, o decréscimo foi de 9% no endividamento líquido* (US$ 8.238 milhões), que passou de US$ 96.381milhões em 31.12.2016, para US$ 88.143 milhões em 30.09.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 8,36 anos, em 30.09.2017.
Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,16 em 30.09.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 51%.
O efetivo de pessoal da Companhia em 30.09.2017 foi de 62.528 empregados, uma redução de 12% em comparação a 30.09.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).
Indicadores fundamentalistas
A ação vem se valorizando 13,42% em janeiro, seguindo a tendência de alta desde 2016. O valor do patrimônio líquido divido pelo numero total de ações da empresa está em R$ 20,07, ou seja, isso significa que ação está com um desconto de 9,91% no preço atual de mercado, conforme tabela abaixo:
Na análise gráfica, a ação segue em tendência de alta, acima das médias móveis de 8 e 20 períodos, acima do indicador ParabolicSAR e HiLo.
Nosso preço alvo fica em R$ 19,65, e o preço do stop loss fica entre às médias moveis, em R$ 17,50.
ANÁLISE PROBABILISTA
Na análise de probabilidades, o ativo tem 80% de chance de terminar a semana em alta, conforme o resultado das simulações dos preços, descrito na tabela abaixo:
DETALHES DA CARTEIRA
Data Prevista: 26/01/2018
Com essa carteira o investidor poderá alcançar uma valorização estimada em 5,98% durante a semana*.
Como funciona
O investidor deve comprar o papel das referidas ações, próximo ou abaixo do preço de compra sugerido, com a exposição proposta na coluna "Exposição Capital", referente ao capital total investido, manter a posição durante o período e definir a venda no preço alvo (stop gain) com data de expiração conforme a "Data Prevista", auferindo assim, a rentabilidade prevista no período.
IMPORTANTE
Essa carteira tem o perfil mais agressivo, por tanto para os investidores que diversifica sua estratégia com os demais relatórios, recomendamos alocar 20% do capital total investido distribuído conforme a exposição de capital proposta, para que possas alcançar o resultado estimado. Com relação ao risco máximo, está mitigado pela composição das ações que compõem a carteira, sendo que no pior cenário da bolsa, o risco máximo estará limitado pelo stop loss de cada ativo.
Atenciosamente,
David Sousa
El Investment
* O conteúdo visa informar sobre possibilidades de lucro financeiro na forma de estratégias de investimentos, eximindo-se a El Investment de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de análise, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados.
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Ações - Analise Semanal - 22 a 26/01/2018
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Oleh
David







