domingo, 3 de dezembro de 2017

Ações - Analise Semanal - 04 a 08/12/2017

Caro Leitor!

O índice B3 no curto prazo está em tendência de baixa, abaixo das medias de 17 e 72 períodos, isso significa que a maioria dos ativos listados na bolsa está com viés de baixa, teremos muitas oscilações na bolsa durante a semana, devido à reforma da previdência que continua a influenciar o mercado para baixo com as últimas notícias sobre o tema. O índice tem como alvo, o suporte 70447.313 pontos, conforme o nosso indicador que projeta a tendência, tendo como primeira resistência à região dos 74091.375 pontos, e a segunda resistência em 77084.000 pontos.

Conforme o nosso indicador de probabilidades, na próxima semana o índice tem apenas 20% de chance de terminar a semana em alta. Já na segunda-feira, as chances de terminar o dia em alta, igualmente é 20%.

Nesse contexto, acreditamos que a bolsa tem a possibilidade de terminar a semana em queda, seremos conservadores na recomendação semanal, escolhendo os ativos que não tem maior sensibilidade ao índice, exceto Petrobras, que percebemos uma oportunidade de compra no ativo, com objetivo de maior retorno no curto prazo.


De acordo com as análises dos preços históricos, o sistema não identificou ações que atendam aos parâmetros de investimento, ou seja, a maioria tem viés de baixa, entretanto identificou 27 ações com formação gráfica de candle martelo. Com o objetivo de bater o índice B3, recomendamos as 7 melhores ações com potencial de valorização.

Analise Fundamentalista

Destaque para (PETR4) Petrobras, empresa que provê a energia que move a sociedade a realizar o seu potencial.

O Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 prevê investimentos de US$ 74,1 bilhões, sendo 82% deste valor para a área de Exploração e Produção. Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e à projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás natural.




Principais destaques do resultado – 3T
Lucro líquido de R$ 5.031 milhões nos 9M-2017, ante um prejuízo de R$ 17.334 milhões no 9M-2016, determinado por:
  • Maiores exportações líquidas de petróleo e derivados, a preços mais elevados;
  • Menores margens e volume de vendas de derivados no Brasil;
  • Menores gastos com pessoal e com baixas de poços secos e/ou subcomerciais;
  • Ganho com a venda da NTS no 2T-2017;
  • Redução do impairment dos ativos; e
  • Maiores gastos com adesão a programas de regularização de débitos federais.


O lucro líquido do 3T-2017 atingiu R$ 266 milhões, no mesmo patamar do 2T-2017.

O EBITDA Ajustado* nos 9M-2017 ficou estável em R$ 63.571 milhões, evidenciando que a redução nas despesas operacionais e o aumento das exportações compensaram a queda das margens de derivados. A Margem EBITDA Ajustado* foi de 31%.

Nos 9M-2017 o Fluxo de Caixa Livre* atingiu R$ 37.456 milhões, 26% acima do registrado no mesmo período do ano anterior. Esse resultado reflete a estabilidade da geração operacional e a redução de investimentos. O Fluxo de Caixa Livre* foi positivo pelo décimo trimestre consecutivo.

Em relação a 31.12.2016, houve redução do endividamento bruto em 7%, passando de R$ 385.784 milhões para R$ 359.412 milhões, e do endividamento líquido* em 11%, passando de R$ 314.120 milhões para R$ 279.237 milhões.

Em dólares, o decréscimo foi de 9% no endividamento líquido* (US$ 8.238 milhões), que passou de US$ 96.381milhões em 31.12.2016, para US$ 88.143 milhões em 30.09.2017. Além disso, a gestão da dívida possibilitou o aumento do prazo médio do endividamento de 7,46 anos, em 31.12.2016, para 8,36 anos, em 30.09.2017.

Redução do índice dívida líquida sobre LTM EBITDA Ajustado* de 3,54 em 31.12.2016, para 3,16 em 30.09.2017. Neste mesmo período, a Alavancagem* reduziu de 55% para 51%.

O efetivo de pessoal da Companhia em 30.09.2017 foi de 62.528 empregados, uma redução de 12% em comparação a 30.09.2016, em função do plano de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV).

Principais destaques operacionais
A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, nos 9M-2017 foi de 2.776 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2.660 mil boed no Brasil, 3% acima do registrado no ano anterior.
Nos 9M-2017, a produção de derivados no Brasil apresentou queda de 6% na comparação anual, totalizando 1.802 mil barris por dia (bpd), enquanto as vendas de derivados no mercado doméstico atingiram 1.959 mil bpd, uma queda de 6%.
A companhia manteve sua posição de exportadora líquida, com saldo de 385 mil bpd nos 9M-2017 (vs. 111 mil bpd nos 9M-2016), em função do aumento das exportações de petróleo e derivados em 39% e da redução das importações em 19%.



Indicadores fundamentalistas
A Petrobrás é um ativo que em 2017 pouco andou (4,98%), devido as fortes influencias das noticias do meio politico. Entretanto os números fundamentalistas reforçam que a empresa está com desconto no mercado financeiro. O valor patrimonial da empresa divido pelo número de ações preferenciais é de R$ 20,07, isso significa que o mercado está dando um desconto de 28,57% em relação ao preço atual da ação, conforme tabela abaixo:

O outro ponto importante que destacamos é o fato de que o ativo está sendo indicado por 17 corretoras de valores para o mês de dezembro, o que sugere que as ações da Petrobras poderão retomar a tendência de alta, com a possibilidade de aumento de volume dos compradores nos próximos dias.

Analise Técnica

Na análise gráfica, a ação segue em tendência de baixa, abaixo das médias móveis de 8 e 20 períodos, entretanto, vamos realizar uma operação contra a tendência, conhecida como retorno a media móvel de 20 períodos, porque a ação deixou um candle de martelo seguido de aumento de volume financeiro na última quinta-feira, sendo sua máxima rompida com candle de força no pregão de sexta-feira. Nosso preço alvo fica em R$ 16,21, e o preço do stop loss fica abaixo da mínima do martelo, em R$ 14,95.


Análise Probabilista

Na análise de probabilidades, o ativo tem 20% de chance de terminar a semana em alta, conforme o resultado das simulações dos preços, descrito na tabela abaixo: 


Detalhes da carteira:

Data Prevista: 08/12/2017

Com essa carteira o investidor poderá alcançar uma valorização estimada em 4,62% durante a semana*.

Como funciona

O investidor deve comprar o papel das referidas ações, próximo ou abaixo do preço de compra sugerido, com a exposição proposta na coluna "Exposição Capital", referente ao capital total investido, manter a posição durante o período e definir a venda no preço alvo (stop gain) com data de expiração conforme a "Data Prevista", auferindo assim, a rentabilidade prevista no período.

IMPORTANTE
Essa carteira tem o perfil mais agressivo, por tanto para os investidores que diversifica sua estratégia com os demais relatórios, recomendamos alocar 20% do capital total investido distribuído conforme a exposição de capital proposta para que possa alcançar o resultado estimado.

Atenciosamente,
David Sousa 
El Investment
* O conteúdo visa informar sobre possibilidades de lucro financeiro na forma de estratégias de investimentos, eximindo-se a El Investment de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de análise, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados.


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Oleh

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