segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Ações - Analise Semanal - 06 a 10/11/2017


Caro Leitor!

Segue a análise semanal das melhores ações da bolsa de valores para o período de 5 dias, com base no sistema de probabilidades, análise técnica e fundamentalista.

No ultimo relatório expomos a possibilidade do índice B3 romper o suporte na LTA, nesse caso, indo buscar os 73143.808 pontos, iniciando um ciclo de baixa, o que realmente aconteceu, conforme o gráfico abaixo, mostrando que a bolsa entraria no cenário de baixa durante a semana.

O índice B3 no curto prazo está em tendência de baixa, entre as médias de 17 e 72 períodos, entretanto, devido ao último candle de sexta-feira, acompanhado de volume, existe a probabilidade muito baixa de o índice retomar ao ciclo de alta no curto prazo, indo buscar a região dos 75407.005, mas as chances de romper o suporte, na média de 72 períodos são muito maiores, nesse caso, indo buscar os 71153.741 pontos, conforme o nosso indicador que projeta a tendência, continuando o ciclo de baixa.

Conforme o nosso indicador de probabilidades, na próxima semana o índice tem apenas 20% de chance de terminar a semana em alta e na segunda-feira, as chances são um pouquinho maiores, em 40%.

Nesse contexto, acreditamos que o índice possa subir um pouco durante a semana e retornar ao cenário de queda, contudo, seremos conservadores na recomendação semanal, escolhendo parte dos ativos que não variam muito em relação ao índice B3.


De acordo com as análises dos preços históricos, o sistema identificou 4 ações com probabilidades de alta na próxima semana e 30 ações com formação gráfica de candle martelo. Com o objetivo de bater o índice B3, recomendamos as 7 melhores ações com potencial de valorização.

Analise Fundamentalista

Nosso destaque continua sendo (PETR3), PETROBRAS ON, com base em sua produção total de petróleo e gás natural, em setembro, foi de 2,79 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,68 milhões boed produzidos no Brasil e 106 mil boed no exterior.

A produção média de petróleo no país foi de 2,17 milhões de barris por dia (bpd), volume 2,8% superior ao de agosto. Esse resultado se deve, principalmente, à normalização da operação após parada programada dos FPSOs Cidade de Itaguaí e Cidade de Maricá, ambos operando no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos.
A produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 81,5 milhões de m³/d, 2,0% acima do mês anterior. Esse aumento também foi decorrente do retorno à operação das plataformas citadas acima. Cabe destacar que o aproveitamento do gás produzido nas plataformas operadas pela Petrobras atingiu pelo segundo mês consecutivo, um novo recorde mensal, atingindo a marca de 97,0%.
Produção no pré-sal

Em setembro, a produção de petróleo e gás natural operada pela Petrobras (parcela própria e dos parceiros), na camada pré-sal, foi de 1,68 milhão boed, volume 6,6% acima do mês anterior. Esse resultado também se deve à normalização da operação dos FPSOs Cidade de Itaguaí e Cidade de Maricá.

Produção de óleo e gás no exterior

Em setembro, a produção de petróleo nos campos do exterior foi de 64 mil bpd, volume 3,3% acima do mês anterior. Esse aumento foi consequência da normalização da produção em campos produtores nos EUA após a passagem do furacão Harvey.

A produção de gás natural foi de 7,2 milhões de m³/d, 6,9% abaixo do volume produzido em agosto de 2017. Esse desempenho resultou, principalmente, da redução da produção do campo de Hadrian South, devido a ocorrências operacionais.

Além desses números de setembro, em consonância com a sistemática para desinvestimentos da Petrobras na gestão de Pedro Parente, está iniciando a fase de venda de ativos no Paraguai, alinhada às orientações do Tribunal de Contas da União (TCU)

Negociada a R$ 17,71 por ação ordinária, o ativo esta com desconto de 11,97% em relação ao seu valor patrimonial por ação.  

Segue abaixo os principais números do 2º Trimestre da Holding (controladora):

EBITDA

Aumento de 6% no EBITDA ajustado em comparação ao 1S16, para R$ 44,3 bilhões. A margem EBITDA ajustado foi de 33%.


Lucro líquido
Lucro líquido de R$ 4,8 bilhões no 1S17, revertendo prejuízo do 1S16.



Analise Técnica

Na análise gráfica semanal, a ação segue em tendência de alta acima das médias móveis de 8 e 20 períodos. Percebe-se aumento de volume na ultimo pregão, indicando que a força compradora continua a dominar o ativo nos próximos dias. Nosso preço alvo fica em R$ 18,24, e o preço do stop loss fica abaixo da media de 20 períodos em R$ 17,10.


Análise Probabilista

Na análise de probabilidades, o ativo está confirmado com 90% de chance de terminar a semana em alta, conforme o resultado das simulações dos preços, descrito na tabela abaixo:



Detalhes da carteira:

Data Prevista: 10/11/2017

Com essa carteira o investidor poderá alcançar uma valorização estimada em 5,13% durante a semana*.

Como funciona

O investidor deve comprar o papel das referidas ações, próximo ou abaixo do preço de compra sugerido, com a exposição proposta na coluna "Exposição Capital", referente ao capital total investido, manter a posição durante o período e definir a venda no preço alvo (stop gain) com data de expiração conforme a "Data Prevista", auferindo assim, a rentabilidade prevista no período.


IMPORTANTE

Essa carteira tem o perfil mais agressivo, por tanto para os investidores que diversifica sua estratégia com os demais relatórios, recomendamos alocar 20% do capital total investido distribuído conforme a exposição de capital proposta para que possa alcançar o resultado estimado.







Atenciosamente,
David Sousa 
El Investment
* O conteúdo visa informar sobre possibilidades de lucro financeiro na forma de estratégias de investimentos, eximindo-se a El Investment de qualquer responsabilidade sobre eventuais prejuízos do cliente em decorrência da tomada de decisão deste. Embora forneça recomendações pontuais de investimento, fundamentadas pela avaliação criteriosa de análise, não se pode antecipar o comportamento dos mercados com exatidão. Padrões, histórico e análise de retornos passados não garantem rentabilidade futura. Todo investimento financeiro, em maior ou menor grau, embute riscos que podem ser mitigados mas não eliminados.


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Oleh

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